IL e CDS mantêm neutralidade na segunda volta
Publicado em 22/01/2026 21:43 • Atualizado 22/01/2026 21:43
Política
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Mariana Leitão, presidente da Iniciativa Liberal (IL), revelou esta quinta-feira que votará em António José Seguro “sem grande entusiasmo”, mas que o partido não apoiará oficialmente nenhum candidato na segunda volta das eleições. Em entrevista à SIC Notícias, Leitão afirmou que não fará campanha e criticou Luís Montenegro por ter excluído o espaço de centro‑direita da corrida eleitoral, alegando que a responsabilidade é dele.

No debate quinzenal, Mariana Leitão já tinha acusado Montenegro de colocar interesses partidários acima do país, ao insistir no apoio a Marques Mendes. Por sua vez, o ex-candidato Marques Mendes anunciou também o seu voto em Seguro.

O CDS reforçou que o partido não apoia nenhum dos candidatos, segundo Álvaro Castello-Branco, vice-presidente, que sublinhou que os centristas “combatem o socialismo” e “rejeitam o populismo”. Apesar disso, Pedro Mota Soares, ex-líder parlamentar e antigo ministro, declarou o seu apoio a Seguro, citando a defesa dos limites constitucionais dos poderes presidenciais.

Na véspera, o líder parlamentar do CDS-PP, Paulo Núncio, recusou classificar André Ventura como antidemocrata, defendendo que qualquer candidato que receba o voto popular tem legitimidade democrática, independentemente da sua orientação política.

Fonte:JN / Foto:Lusa

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