Ex-CEO da TAP acusa Governo de despedimento político
Publicado em 22/01/2026 21:48 • Atualizado 22/01/2026 21:52
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A ex-CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, afirmou num artigo de opinião publicado no Expresso que o seu despedimento foi motivado por “sobrevivência política” do então primeiro-ministro António Costa e ocorreu sem justa causa. No texto, intitulado “Ou ela ou nós”, a gestora francesa sublinha que a decisão deixou de seguir critérios de gestão da empresa e passou a obedecer a interesses políticos.

Quase três anos após sair da TAP, Ourmières-Widener critica o Executivo, lembrando que durante a sua liderança colocou as contas da companhia no “verde” e enfrentou desafios complexos, incluindo despedimentos, o fecho da manutenção no Brasil e a negociação do plano de reestruturação com a União Europeia.

A ex-CEO também denuncia que foi acusada publicamente de intenções criminosas sem fundamento, processo que corre atualmente em tribunal, onde exige mais de 5,9 milhões de euros de indemnização pelo despedimento.

Fonte:JN

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